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Anagrama

14 Nov

Anagrama

Palavra ou frase construída a partir da transposição de letras que fazem parte de uma outra palavra ou frase, apresentando um novo sentido. Camões usou o nome Natércia como anagrama de Dona Catarina de Ataíde.

(Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea – Academia das Ciências de Lisboa)

 

  • Roma, amor, ramo, romã, oram …
  • Célia, Alice
  • Pedro, poder
  • prato, tropa, trapo, rapto, porta, parto…
  • amora, aroma
  • vida, diva
  • Ricardo, criador
  • Caterina (séc. XVI), Natércia

Iracema, anagrama de América,  é o título de um dos mais conhecidos romances de José de Alencar.

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Acróstico

2 Nov

Um acróstico é uma composição poética em que as letras iniciais, médias ou finais dos versos formam nomes.

Observa o exemplo que se segue, relativo aos amores de Pedro e Inês.

(Blogue amor-e-terno.blogspot.com)

 

Tens vários acrósticos para fazer aqui.

Deixo-te também um outro desafio: construir um acróstico a partir da palavra imaginação.  Queres tentar?

Poesia Visual (Caligramática)

30 Out

Sabes o que é um caligrama?

Um caligrama é um texto, geralmente um poema, embora possa limitar-se a uma frase ou palavra, cuja disposição das linhas/palavras forma uma imagem que se relaciona com o conteúdo. Terá sido o poeta Guillaume Appolinaire o criador do termo, em 1918, mas a técnica do caligrama já é conhecida desde a Antiguidade.

Observa os exemplos que se seguem e tenta criar os teus caligramas!

 

Augusto de Campos

 

(Retirado do sítio “Poemas de Ilusión” – Mi mejor amigo, fiel y leal, tiene tan sólo cuatro patas – es mi perro.)

Ernesto Manuel de Melo e Castro

 

Salette Tavares

Desafios

23 Out

O texto que se segue é muito criativo, para além de constituir um desafio. Foi retirado do sítio My Charades, que encontram nas ligações de Matemática. Nesse espaço encontrarão muitos outros e respectivas soluções.

Quem é o criminoso? Tentem descobrir. A solução está no My Charades. Basta fazerem a inscrição.

 

Assassinato no Mar

A um canto do mar, os peixes vivos contemplavam um cadáver ainda fresco. Haviam assassinado o siri-patola. O inspetor de polícia, comandante peixe-boi, examinou o corpo e concluiu logo que fora morte por estrangulamento, mas ficou na dele. Não contou nem para o seu ajudante-de-ordens, o lerdo peixe-cachimbo.

Reuniu o povaréu lá das profundezas e começou o interrogatório para descobrir o assassino do infeliz patola. O burburinho era geral no recinto. Cada um tinha uma hipótese provável para o acontecido.

Havia gente pensando em latrocínio (o patola era um próspero negociante de secos e molhados); outros, que era vingança, porque ele vendera feijão bichado na época da crise; houve quem dissesse que era crime passional: a sirigaita da mulher dele andara de caso com o guaiamu e o camarão. Alguém lembrou que poderia ser alguma transa política: patola deixara de andar de costas (como todo siri) e passara a andar de banda (pendendo claramente para a direita).

O inspetor seguia seu interrogatório e ia separando os suspeitos para um canto. No final, ficaram a raia, o tubarão, o polvo, o peixe-galo, o guaiamu e o camarão. Vendo o cerco se apertar, os remanescentes começaram a se entreolhar com ares de suspeita.

O peixe-galo foi quem começou:

– É, esse mar tá ficando perigoso à beça e a maré não tá pra peixe. Acho que o guaiamu devia logo confessar o crime, porque estou doido pra voar pra outros mares.

– Pobre de mim – choramingou a fina raia. – Fico lá embaixo na areia e não sei de nada. Ademais, patola era meu compadre. Agora, o camarão… sei não!

– Pra mim – sentenciou o polvo -, o camarão e o guaiamu eram os únicos interessados na morte do patola.

– Pera aí – disse o camarão botando as suas barbas de molho. – Eu posso provar que passei os últimos cinco dias fora e só cheguei na hora do ocorrido.

– Comigo também – defendeu-se o guaiamu. – O caso com a mulher aí do defunto é intriga dos invejosos. Além do mais, até agora ninguém pensou no polvo. Ele é cheio de tentáculos e teria muito mais facilidade para estrangular o pobre coitado.

– Olha aí – foi vociferando o tubarão. – Isso foi uma covardia muito grande e o culpado tem que aparecer e pagar pelo que fez.

– Silêncio! – ordenou o inspetor. – Já sei quem é o assassino. Agora, se ninguém pescou o culpado, que trate de acompanhar o relato do acontecimento desde o início, porque ele está aí mesmo.

(Texto retirado do sítio My Charades, no dia 23 de Outubro de 2010)

O perspicaz peixe-boi

Noite de Natal

19 Out

Vodpod videos no longer available.

Noite de Natal, posted with vodpod

 

Esta banda desenhada foi criada por alunos do 8º ano, no ano lectivo anterior, utilizando o programa Pixton. Para conseguires criar a tua história ou apenas uma vinheta, clica na ligação que está na área das Artes. Depois de fazer a inscrição, já podes treinar!

O programa permite escolher as personagens, as roupas e os cabelos, seleccionar os gestos, criar balões e legendas, escolher cenários… Um mundo! Podes ainda gravar, guardar as tuas obras e enviá-las aos amigos. Para miúdos e graúdos!

Vê outra BD, criada no Pixton, neste endereço.

Ser Criativo…

25 Set